O Método Rolf de Integração Estrutural é realizado a partir de uma série básica de dez sessões. Cada sessão tem objetivos próprios e ao mesmo tempo abre a seguinte. As três primeiras preparam o corpo, principalmente do ponto de vista da respiração, para as quatro seguintes, que constituem o núcleo do processo e produzem as maiores mudanças na organização da estrutura corporal. Nas oitava e nona sessões, o trabalho é dirigido àquelas regiões que mais necessitam de ajuda e mais podem contribuir para a evolução vertical da estrutura, ao passo que a décima e última tem como objetivo específico despertar a experiência consciente da verticalidade. Enquanto processo de educação, em todas as sessões o método abre caminho para o questionar de velhos hábitos e padrões de movimento inconscientes.
Dor, desconforto e cansaço crônicos são sinais do conflito. São indicadores claros, na linguagem do corpo, de que a estrutura está perdendo a luta para se menter coesa e em funcionamento. "Alguns indivíduos podem perceber que estão perdendo a luta com a gravidade por uma dor aguda nas costas; outros pelo contorno desajeitado de seu corpo; outros por uma fadiga constante e ainda outros por sentirem o ambiente externo como muito ameaçador. Aqueles com mais de 40 anos podem achar que é a idade. Porém, todos esses sinais podem estar apontando para um só problema, tão proeminente e constante em suas estruturas, que passa despercebido: eles estão em desequilíbrio. Estão em guerra com a gravidade", segundo a dra. Ida P. Rolf.
"Existe algo em Integração Estrutural que transcende a técnica e o método,
algo que diz respeito à relação entre quem participa e quem recebe:
sincronia, reciprocidade, comunicação humana profunda.
Ao estabelecer sua
criação em bases científicas, Ida Rolf criou também uma
fonte inédita
para o entendimento mais amplo daquilo que supomos ser a realidade física".A.M.