Ao integrar a organização da estrutura corporal, promove o alívio ou eliminação das tensões musculares, das dores crônicas e das restrições ao movimento. Além disso, amplia a capacidade respiratória, revitalizando o organismo sob todos os aspectos.
Não. Todo o processo é determinado por uma relação entre quem recebe e quem pratica, tendo como base o toque, a pressão e o movimento, realizados por meio das mãos e braços do profissional.
O trabalho é desaconselhado para pessoas que se encontram debilitadas, necessitando de cuidados médicos.
Não. Pessoas de qualquer idade podem usufruir dos benefícios da Integração Estrutural. O trabalho com crianças pequenas, entretanto, é menos sistemático do que com jovens e adultos.
Os benefícios permanecem na medida em que a pessoa desenvolve uma relação mais responsável com seu próprio corpo e consigo mesma. Frequentemente ela acorda para a necessidade de continuar se trabalhando e se desenvolvendo, seja por meio do Método Rol de Integração Estrutural, seja por outros meios (psicoterapia, yoga, pilates etc).
Não deve. Entretanto, assim como em psicoterapia há o contato com a dor emocional oculta, em Integração Estrutural a dor física que já existe, mas é desconhecida,pode chegar à percepção. E isto é um ganho, uma vez que o conhecimento encaminha soluções. Em todo caso, a intensidade do trabalho é negociada e depende da disponibilidade e aceitação de cada um.
Quando recebem energia, aplicada por meio de pressão e movimento,
os tecidos corporais mudam. O que é denso e rígido torna-se plástico e flexível,>
o que está apertado ganho espaço e respira. As trocas metabólicas são incentivadas>
e o organismo é revitalizado. O que está isolado e imóvel se integra à estrutura e ao fluxo energético.>
Quando a estrutura se harmoniza,todas as funções essenciais à vida são favorecidas.